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"Resident Evil Requiem": survival horror com twists científicos e mecânicas novas



Voltar às ruas destruídas de Raccoon City, 30 anos após o apocalipse zumbi que marcou uma geração, é como encarar um passado que nunca ficou para trás. Agora, acrescente a isso um vírus capaz de preservar as memórias dos infectados — criaturas que choram enquanto atacam — e mecânicas que transformam o survival horror em uma verdadeira montanha-russa de terror e ação. Resident Evil Requiem, o nono capítulo principal da saga da Capcom, não é apenas mais um jogo: é uma revolução. Com lançamento marcado para 27 de fevereiro de 2026 no PS5, Xbox Series X|S, PC e Nintendo Switch 2, o título surge como a grande celebração dos 30 anos da franquia.


O enredo: twists científicos que desafiam a realidade

Prepare-se para um pesadelo que mexe com a mente. Grace Ashcroft, analista técnica do FBI e filha de Alyssa Ashcroft (Resident Evil Outbreak), se vê envolvida na investigação de mortes bizarras no Wrenwood Hotel — o mesmo local onde sua mãe morreu há oito anos. Ao mesmo tempo, o agente da DSO Leon S. Kennedy persegue Victor Gideon, um ex-cientista da Umbrella envolto em segredos sombrios.

O grande choque vem com o Vírus Elpis (“Esperança”, da mitologia grega, ligado à caixa de Pandora). Diferente dos clássicos T-Virus, o Elpis mantém a consciência e as memórias dos infectados intactas, enquanto elimina totalmente o controle do corpo. Os zumbis choram, murmuram músicas, repetem rotinas antigas — como faxineiros tentando limpar corredores —, usam objetos comuns como armas e até parecem falar. Leon, que carrega uma infecção misteriosa no pescoço, pode estar no centro desse novo horror. Até onde ele conseguirá resistir?

Esses elementos levam o lore da franquia a um patamar mais psicológico e trágico, misturando bioengenharia extrema com sofrimento humano. É o survival horror usando o medo… e a mente.


Mecânicas revolucionárias: dois jogos em um, terror infinito

A Capcom ouviu os fãs. Requiem resgata o survival horror clássico, mas inova como nunca. Sob a direção de Koshi Nakanishi (Resident Evil 7), o jogo alterna entre Grace, focada em terror puro no estilo de RE2 Remake e RE7, e Leon, trazendo ação cinematográfica como uma evolução direta de RE4 Remake.

E há um diferencial poderoso: o jogador pode alternar entre primeira e terceira pessoa a qualquer momento, escolhendo entre imersão total ou visão estratégica conforme a situação.


Novidades de destaque:

- Zumbis conscientes com IA avançada e memórias preservadas, capazes de observar padrões e improvisar ataques.

- Curas por seringa, usadas para conter infecções, incluindo a de Leon.

Modo Clássico, com salvamento limitado por fitas de tinta.

Dificuldades variadas, incluindo modo Casual com aim assist.

Crafting e exploração em áreas semi-abertas de Raccoon City, com retorno à RPD.


O resultado é a sensação real de estar jogando dois jogos completos em um só, equilibrando terror sufocante e ação intensa.


Gráficos de arrepiar: RE Engine no auge

Rodando em uma versão aprimorada da RE Engine, Requiem impressiona com path tracing no PC, suporte a DLSS 4, iluminação realista e um uso magistral de sombras. No Nintendo Switch 2, o jogo ainda aproveita o giroscópio para a mira. Demos apresentadas em eventos como a Gamescom confirmam: o visual é fotorealista e o design de som é capaz de gelar a espinha.


Por que requiem vai dominar 2026?

Com mais de 4 milhões de wishlists, parcerias especuladas com nomes como Porsche e Lewis Hamilton, além de um showcase recente que incendiou a comunidade, Resident Evil Requiem já se firma como um dos maiores lançamentos do ano. Quem fizer a pré-compra garante o traje Apocalypse de Grace, e no Brasil o jogo já aparece em promoções na Amazon por cerca de R$290 no PIX.


Requiem para os mortos. Pesadelo para os vivos.

Raccoon City está esperando — mais viva, mais sombria e mais perturbadora do que nunca.